O título desse post seria “Auto-explicativo”, mas estaria errado. O contrário, talvez. Sinto que o caminho cada vez mais se aproxima do que sou, mas o restante está parado. Não diria perdido, pois para se perder é preciso querer chegar a algum lugar. Muitas vezes as pessoas sequer querem, por isso não se perdem.
Ao escrever, penso, não estou perdido, não. As horas fogem e eu permaneço, sim, mas não perdido, não no mesmo lugar. As horas fogem e percebo as mudanças. Permaneço, então, buscando meu espaço.
Este post perdeu o sentido, o timing se foi. O mundo é a personagem de “Dispersão”. O mundo permanece, não eu.
Tomei várias decisões.
Quem não entendeu nada do que eu disse, ignore. Ou leia Mário de Sá Carneiro.