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	<title>Comments on: Liber Pennae Praenumbra</title>
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	<description>Vertigem, Ruptura e Pensamentos Transgressivos</description>
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		<title>By: Alessandra</title>
		<link>http://www.transtorno.net/2009/03/liber-pennae-praenumbra/comment-page-1/#comment-46</link>
		<dc:creator>Alessandra</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 10:33:49 +0000</pubDate>
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		<description>Se metendo na minha área! ;)

Bom, pra ser honesta, não li o texto inteiro por pura falta de tempo, você sabe por quê.  Então, não vou comentar o texto, mas a questão da tradução. Sempre acreditei ser impossível passar 100% do texto de partida pro texto de chegada, mas acredito, sim, que um bom tradutor (com tempo decente disponível - vc conhece os prazos) consiga soluções bem interessantes para alguns desses casos. Se não, sempre teremos as N. do T., o que pra mim, só prova que existem coisas intraduzíveis, já que são sempre último recurso mesmo, pois ferem o princípio da invisibilidade do tradutor. 
Shakespeare, para mim, é intraduzível, por exemplo. Podemos seguir a métrica, as aliterações, o ritmo, os sentidos... mas o impacto nunca será o mesmo. E impacto é parte essencial de qualquer arte.

Só digo isso: é infinitamente mais difícil do que parece. (Além disso, ainda existem as questões linguísticas e culturais, nas quais não vou entrar.)
Saudade de traduções não-técnicas... :(

Beijinhos!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Se metendo na minha área! ;)</p>
<p>Bom, pra ser honesta, não li o texto inteiro por pura falta de tempo, você sabe por quê.  Então, não vou comentar o texto, mas a questão da tradução. Sempre acreditei ser impossível passar 100% do texto de partida pro texto de chegada, mas acredito, sim, que um bom tradutor (com tempo decente disponível &#8211; vc conhece os prazos) consiga soluções bem interessantes para alguns desses casos. Se não, sempre teremos as N. do T., o que pra mim, só prova que existem coisas intraduzíveis, já que são sempre último recurso mesmo, pois ferem o princípio da invisibilidade do tradutor.<br />
Shakespeare, para mim, é intraduzível, por exemplo. Podemos seguir a métrica, as aliterações, o ritmo, os sentidos&#8230; mas o impacto nunca será o mesmo. E impacto é parte essencial de qualquer arte.</p>
<p>Só digo isso: é infinitamente mais difícil do que parece. (Além disso, ainda existem as questões linguísticas e culturais, nas quais não vou entrar.)<br />
Saudade de traduções não-técnicas&#8230; :(</p>
<p>Beijinhos!</p>
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