A-Set

A-Set é uma banda de um homem só, em que eu, Hilton S., faço programação de synths, mixagem, sequências, gravação e berros, quando necessário.

O significado do nome está escondido na gemátria da letra hebraica Aleph, assim como na letra grega Alpha. Também está escondido nas palavras Ayin, Anubis, Apap e Apophis. E o restante no deus egípcio Set, bem como no caldeu Shaitan. Mais do que isso não falo.

As músicas ficam em algum lugar entre o Industrial, o EBM e o Darkelectro, sendo influenciada por bandas como The Klinik, Skinny Puppy, Vomito Negro, FLA, Simbolo e yelworC, por filmes from de diretores como Bunuel, Kubrik, Lynch e Takashi Miike, livros de autores como Schopenhauer, Nietzsche, De Sade, Rimbaud, Poe, Crowley, Austin Spare e Lautreamont, além de uma lista de experiências, emoções e situações.

A demo “A deadly past raises the future” foi lançada em 2005 e, depois disso, muitos pontos de vista, desde os genéricos sobre a vida até os específicos sobre o processo de composição, mudaram e disso surgiu a segunda demo, “Bad timing soundtracks”, lançada apenas em versão para download, sendo toda instrumental, pois as letras não se fazem mais necessárias.

Um dia, cansado de fragmentar sons, textos e imagens, perder anotações em gavetas, envelopes e prateleiras, decidi reunir tudo, não importando a forma, em apenas um lugar. Transtorno é, portanto, o espaço que pretende englobar os textos, as músicas e qualquer outra coisa que eu venha a fazer.

Sim, a história é curta. Não falo de passado distante, não falo de Diatribe, não falo do que fiz antes, nem do que pretendo para o futuro. Ninguém iria ler um texto longo assim e, além disso, as visões de mundo mudam, as confusões mentais permanecem, as formas de expressão precisam ser adaptadas.

Adaptação é a chave dessa história. De todas as histórias.

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