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	<title>Transtorno&#187; Música &raquo; Vertigem, Ruptura e Pensamentos Transgressivos</title>
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	<description>Vertigem, Ruptura e Pensamentos Transgressivos</description>
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		<title>IDM Kid</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jul 2009 01:25:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hilton S.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[minimalismo]]></category>
		<category><![CDATA[simplicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Às vezes vejo a quantidade de porcarias que estão reunidas na net e penso que no final das contas a rede só serve pra fazer eu gastar um dinheirão na Amazon e no eBay. Hoje, porém, a Ale me enviou um vídeo e falou algo do tipo &#8220;olha&#8221;. Eu olhei, ouvi e viciei. Acho que [...]


Links relacionados:<ol><li><a href='http://www.transtorno.net/2009/02/amelia-la-la-la-human-steps/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Amelia, La La La Human Steps'>Amelia, La La La Human Steps</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Às vezes vejo a quantidade de porcarias que estão reunidas na net e penso que no final das contas a rede só serve pra fazer eu gastar um dinheirão na Amazon e no eBay. Hoje, porém, a Ale me enviou um vídeo e falou algo do tipo &#8220;olha&#8221;. Eu olhei, ouvi e viciei. Acho que já vi o tal vídeo mais de 20 vezes, é sério.</p>
<p>Trata-se do tipo de prova de que menos é mais, de que a <a href="http://www.transtorno.net/tag/simplicidade/">simplicidade</a> faz coisas que um idiota, daquele tipo que perde anos em conservatórios, com uma guitarra na mão, aprendendo a ser rápido como o chato e insuportável do Malmsteen, jamais conseguiria fazer.</p>
<p>Vou colar o vídeo, finalmente, depois escrevo mais algumas coisas a respeito.</p>
<p><span class="youtube">
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<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/35Y7tr3mBtQ&amp;color1=d6d6d6&amp;color2=f0f0f0&amp;border=0&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;autoplay=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0?rel=0" />
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</span><p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=35Y7tr3mBtQ">www.youtube.com/watch?v=35Y7tr3mBtQ</a></p></p>
<p>Não sei de quem é o crédito pelo remix, pela edição do vídeo e quem é a menina (que é muito cute, pra dizer o mínimo!). O cara que postou no youtube também não tem certeza. Se alguém souber, por favor comente e diga, pois é uma informação que eu gostaria de ter.</p>
<p>Passei o dia ouvindo os eletrônicos do final dos 70 e começo dos anos 80, tipo Snowy Red, Camera Obscura (não o famosinho, mas o outro, que ninguém conhece), o Geography, do Front 242, coisas complexas para a época, simples para os anos 2000. Ai veio o vídeo&#8230; Pronto, completou! Voltei a pensar que a internerd ainda é legal, como pensava lá por 1993/1994, quando comecei a usá-la.</p>
<p>Hora de tirar umas pistas redundantes de minhas músicas novas&#8230;</p>

<p>Links relacionados:<ol><li><a href='http://www.transtorno.net/2009/02/amelia-la-la-la-human-steps/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Amelia, La La La Human Steps'>Amelia, La La La Human Steps</a></li>
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		<title>Novas mídias para a música</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 19:40:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hilton S.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[downloads]]></category>
		<category><![CDATA[mp3]]></category>

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		<description><![CDATA[Vi há pouco uma notícia de que o Nitzer Ebb está vendendo dois remixes de suas músicas. Normal uma banda vender isso, não? Correto. O que mudou nesse caso é a mídia: um pen drive. Sim! Se você comprar, não receberá em casa um CD, CDr ou mesmo um link para download. Receberá um pendrive [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vi há pouco uma notícia de que o Nitzer Ebb está vendendo dois remixes de suas músicas. Normal uma banda vender isso, não? Correto. O que mudou nesse caso é a mídia: um pen drive. Sim! Se você comprar, não receberá em casa um CD, CDr ou mesmo um link para download. Receberá um pendrive personalizado, numerado e assinado contendo as faixas. Veja mais <a href="https://ssl.webpack.de/nitzerebbprodukt.com/article/42.html" target="_blank">aqui no site oficial</a>.</p>
<p>Antes eram as fitas cassete, depois, com os gravadores de CD, vieram as demos em CDr e quase imediatamente após, os <a href="http://www.transtorno.net/tag/downloads/"><a href="http://www.transtorno.net/downloads/">downloads</a></a>. Dito isso, fico pensando que o download é o CDR/demo de nossos dias. Sei de uma coisa: usei os dois métodos para distribuir minhas músicas, tanto o CDr no caso da primeira demo, quanto apenas <a href="http://www.transtorno.net/tag/downloads/"><a href="http://www.transtorno.net/downloads/">downloads</a></a> para a segunda. A primeira foi assim: gravei centenas de CDrs, imprimi capas, cortei e distribui para várias pessoas, mandei para selos, zines e revistas. Comecei a receber reviews, alguns bons, outros nem tanto.</p>
<p>Já a segunda, Bad Timing Soundtracks, resolvi distribuir apenas por <a href="http://www.transtorno.net/tag/downloads/"><a href="http://www.transtorno.net/downloads/">downloads</a></a>. Pensei que mais gente fosse baixar e ouvir, afinal as possibilidades eram imensamente maiores, já que não havia nenhuma mídia física impedindo o acesso ao material. Resultado: nenhuma review! Apenas alguns amigos ou conhecidos mandaram opiniões. Curiosamente, o material é muito mais maduro que a primeira, melhor produzido, mixado e gravado.</p>
<p>Comecei a pensar se o download é mesmo tão perigoso para as mídias físicas como parece. Talvez para as bandas grandes e conhecidas. Para as pequenas, não vejo como. É uma ferramenta poderosa de divulgação, é claro, mas aqui entre nós: dessas bandas que você ouve falar, as que sairam da <a href="http://www.transtorno.net/tag/internet/">internet</a> e se tornaram fenômeno, quantas delas foram realmente pelo <a href="http://www.transtorno.net/tag/amor/">amor</a> do público à <a href="http://www.transtorno.net/tag/musica/"><a href="http://www.transtorno.net/musica/">música</a></a>, por terem baixado milhões de vezes? A maioria delas &#8211; se não todas &#8211; foram apenas um truque de marketing, suportado por jornalistas que compraram a idéia e revenderam, fazendo o nome dessas bandas. A porcaria do Arctic Monkeys é um exemplo disso.</p>
<p>Recebo mais comentários pelo myspace, das pessoas que ouvem uma ou outra faixa, do que de pessoas que baixam todo o pacote para ouvir. Coloquei tudo disponível para download, em arquivos .rar, essa semana. Até o momento apenas 3 <a href="http://www.transtorno.net/tag/downloads/"><a href="http://www.transtorno.net/downloads/">downloads</a></a> aconteceram, feitos por pessoas que conheço. Acho que os únicos que devem continuar assustados com o fenômeno são as gravadoras e os metallicas da vida.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Sobre o A-Set</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Nov 2008 01:37:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hilton S.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>
		<category><![CDATA[diversão]]></category>
		<category><![CDATA[efêmero]]></category>
		<category><![CDATA[escolhas]]></category>
		<category><![CDATA[inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças]]></category>

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		<description><![CDATA[Como alguns podem ter percebido, a URL do site/blog mudou. Vou explicar, resumidamente, o motivo: A-Set começou como necessidade de fazer algo criativo e foi orientado à música, claro, pois aquela sempre foi minha paixão, desde que lembro de minha infância. O problema, porém, é que a coisa deixou de ser divertida quando comecei a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como alguns podem ter percebido, a URL do site/blog mudou. Vou explicar, resumidamente, o motivo:</p>
<p><a href="http://www.transtorno.net/a-set/">A-Set</a> começou como <a href="http://www.transtorno.net/tag/necessidade/">necessidade</a> de fazer algo criativo e foi orientado à <a href="http://www.transtorno.net/tag/musica/"><a href="http://www.transtorno.net/musica/">música</a></a>, claro, pois aquela sempre foi minha paixão, desde que lembro de minha infância.</p>
<p>O problema, porém, é que a coisa deixou de ser divertida quando comecei a me forçar a criar. Não dá pra forçar e manter a <a href="http://www.transtorno.net/tag/diversao/">diversão</a>. O hobbie virou uma chatice e deixei de lado. Ficava me forçando a compor, imaginando álbuns completos, conceitos, etc. É ok pensar nisso, mas não ser obrigado a isso, ainda mais por mim mesmo.</p>
<p>Enfim, a coisa tava sem graça, como disse, sem contar que o tempo tá curto. Queria que as coisas voltassem a ser uma brincadeira, como no começo. Acredito que sem a obrigação de fazer algo, auto-imposta, admito, poderei fazer mais coisas. Se não fizer, dane-se.</p>
<p>Agora, por exemplo, estou escrevendo quase que diariamente. O &#8220;blog&#8221; se tornou uma brincadeira e tem me divertido. Quando deixar de me divertir, se eu me obrigar a escrever, vou diminuir ou parar também. Por hora, tô aqui.</p>
<p>As músicas continuam, <a href="http://www.transtorno.net/a-set/">A-Set</a> continua, meus <a href="http://www.transtorno.net/tag/rabiscos/"><a href="http://www.transtorno.net/rabiscos/">rabiscos</a></a> continuam. Enfim, o que mais eu quiser fazer&#8230;</p>
<p>A propósito, o novo endereço escolhido tem vários motivos, mas cada coisa a seu tempo, novidades estão a caminho. Vamos ver como sairão&#8230; Outro dos motivos é a facilidade de ditar. Era um inferno passar o endereço do <a href="http://www.transtorno.net/a-set/">a-set</a>.com por causa do hífen. Esse novo endereço torna tudo mais fácil e repleto de significados.</p>
<p>Os dois endereços ficam válidos e vou mantê-los registrados, mas se quiserem atualizar os bookmarks, sintam-se à <a href="http://www.transtorno.net/tag/vontade/">vontade</a>.</p>
<p>Por enquanto é isso&#8230;.</p>]]></content:encoded>
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