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	<title>Transtorno&#187; Pensamentos &raquo; Vertigem, Ruptura e Pensamentos Transgressivos</title>
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	<description>Vertigem, Ruptura e Pensamentos Transgressivos</description>
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		<title>Confissões, pt. I</title>
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		<pubDate>Thu, 21 May 2009 03:42:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hilton S.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Confissões]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando presto atenção nas pessoas vejo que sempre querem mostrar seu melhor lado, ou o que consideram assim. Vamos imaginar um flerte em um bar: o sujeito vai chegar para a garota, sorrir, falar onde trabalha, onde estuda, provavelmente encontrará uma maneira de colocar ali alguns adjetivos bons a seu respeito ou, no mínimo, vai [...]


Links relacionados:<ol><li><a href='http://www.transtorno.net/2009/06/confissoes-pt-ii/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Confissões, pt. II'>Confissões, pt. II</a></li>
<li><a href='http://www.transtorno.net/2009/06/confissoes-pt-iii/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Confissões, pt. III'>Confissões, pt. III</a></li>
<li><a href='http://www.transtorno.net/2009/07/confissoes-iv/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Confissões, pt. IV'>Confissões, pt. IV</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando presto atenção nas pessoas vejo que sempre querem mostrar seu melhor lado, ou o que consideram assim. Vamos imaginar um flerte em um bar: o sujeito vai chegar para a garota, sorrir, falar onde trabalha, onde estuda, provavelmente encontrará uma maneira de colocar ali alguns adjetivos bons a seu respeito ou, no mínimo, vai se gabar de alguns de seus feitos e procurar mostrar seu melhor ângulo. </p>
<p>Na <a href="http://www.transtorno.net/tag/internet/">internet</a> não é diferente. O que acontece aqui, por outro lado, é que a pessoa pode escrever o que quiser sobre ela e deixar lá. Quem não a vê ou conhece, é obrigado (eu hein!) a acreditar nos textos. Resultado? Na internerd esse povo é legal, valente, apóia as causas da moda, defende a tolerância, enfim, todo mundo é correto e antenado. </p>
<p>As maioria das pessoas que vemos pela internerd não são humanas. São personagens, estereotipos, são criações do que acreditam que o mundo espera delas. Não há diferença alguma entre elas e aquele exemplo ali atrás, flertando em um bar. O que muda é o tempo da ação: aquela é isolada, a <a href="http://www.transtorno.net/tag/internet/">internet</a> as faz permanentes ou mais duradouras.</p>
<p>O que pretendo com esse post é ser humano, do tipo que ganha rótulos das pessoas legais. Como assim, pergunta você. Explico: trabalhei em uma empresa, onde comecei muito novo, e passei a adolescência lá. Vocês devem lembrar como é um adolescente, não? Pois bem, eu era pior. Havia lido muito e começado a aprontar já bem cedo, logo era bem arrogante, me achava superior em relação às pessoas da minha idade à época (mas eu era mesmo, é fato) e, quase sempre, superior aos mais velhos também.</p>
<p>Tive milhões de neuras precoces, atitudes idem, era arrogante, falava o que pensava (e às vezes o que não pensava, só para pisar no calo dos outros) e era bem estressado (isso não mudou). Se acreditava que algo era X, defendia minha idéia até que meu oponente desistisse ou brigasse. Podia mudar de opinião no meio do argumento só pra provocar a confusão, como já disse antes. Ganhei fama de problemático, neurótico, complexado, &#8220;plúmbeo&#8221; (sim, fui chamado assim!), entre outras. Fingia gostar desses rótulos, mas no fundo eu odiava. Ainda odeio&#8230;</p>
<p>Eu era tudo aquilo? Claro que era. Ainda sou, acredito, em parte. O que me incomodava era a facilidade com que as pessoas me rotulavam, fingindo que não eram elas mesmas aquelas coisas. A negação em frente ao espelho, entende? Nem todo mundo era chato como eu, mas &#8220;problemático&#8221;? Ora, pois bem: com a moda da psicanálise e a facilidade dos antidepressivos tenho visto a quantidade de problemáticos &#8220;aumentar&#8221; a cada dia. Não é à toa que a bipolaridade tornou-se a doença da moda.</p>
<p>Claro que algum jumento virá agora falar que estou eu também rotulando os outros. Não acho que esteja, pelo simples motivo que não apontei o dedo a alguém específico. Fiz um comentário <a href="http://www.transtorno.net/tag/geral/">geral</a>, esperando que alguém vista a carapuça, mesmo ali, no escuro do quarto. Agora, se estou rotulando, não me importo e quero que se dane. Isso é direito adquirido. Não gostou? Vá ler outro blog idiota.</p>
<p>Qual o motivo de eu ter chamado esse post &#8220;<a href="http://www.transtorno.net/tag/confissoes/">Confissões</a>&#8221; e afirmar que é a &#8220;parte 1&#8243;? Quem leu as <a href="http://www.transtorno.net/tag/confissoes/">Confissões</a> de <a href="http://www.transtorno.net/tag/santo-agostinho/">Santo Agostinho</a> sabe que ele não se limita às coisas boas que fez, nem apenas lista seus &#8220;pecados&#8221;. O que há ali é outra coisa, é pensamento sobre o que foi feito, é análise. Pois é disso que se trata uma confissão, estou certo? Não se trata também de, ao criticar os próprios atos, mostrar os <a href="http://www.transtorno.net/tag/erros/">erros</a> dos outros? Não estou falando, pois bem, do fiel que vai à igreja ler uma lista de coisas na orelha de um padre.</p>
<p>Cansado que estou de pessoas fajutas e artificiais, da moda, descoladas, whatever, serei eu, humano, Hilton, reclamão, estressado, mau humorado, intolerante e outros adjetivos que acabar encontrando pelo caminho. A diferença é que serei TAMBÉM o Hilton fiel, dedicado, determinado, justo. Não serei apenas estes, nem só aqueles. Não sou uma peça publicitária, sou completo.</p>
<p>Esta é a parte um, pois vou lembrar casos e comentar, tentar lembrar meu foco da época e retomar hoje. Não vou, entretanto, embelezar nada. Não vou transformar as pombas que eu matava com tiros de chumbinho em <a href="http://www.transtorno.net/tag/poesia/">poesia</a> e nem em <a href="http://www.transtorno.net/tag/filosofia/"><a href="http://www.transtorno.net/filosofia/">filosofia</a></a>. Fiz aquilo pelo simples prazer de falar &#8220;acertei&#8221; e ver o bicho cair. Era pra matar mesmo, maldade e desafio apenas. Eu era ruim por isso? Oh yeah, mas não tô nem ai com sua opinião. Hoje sou vegetariano. Não como carne por respeito aos direitos dos animais. Será que você, que me julgou, faz o mesmo?</p>
<p>É assim que será. Volto em breve com a parte II&#8230; </p>

<p>Links relacionados:<ol><li><a href='http://www.transtorno.net/2009/06/confissoes-pt-ii/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Confissões, pt. II'>Confissões, pt. II</a></li>
<li><a href='http://www.transtorno.net/2009/06/confissoes-pt-iii/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Confissões, pt. III'>Confissões, pt. III</a></li>
<li><a href='http://www.transtorno.net/2009/07/confissoes-iv/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Confissões, pt. IV'>Confissões, pt. IV</a></li>
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		<title>A linguagem</title>
		<link>http://www.transtorno.net/2009/04/linguagem/</link>
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		<pubDate>Sat, 11 Apr 2009 01:41:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hilton S.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[linguagem]]></category>
		<category><![CDATA[ocultismo]]></category>
		<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Wittgenstein]]></category>

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		<description><![CDATA[Achei o rascunho de uma prova de Filosofia da Linguagem, um dos meus assuntos preferidos, que pretendia (pretende) comentar uma passagem das Investigações Filosóficas, de Wittgenstein. O conteúdo tem muito a ver com as coisas que posto por aqui, tanto com os textos mais metafísicos, que aparentam ser &#8220;viagens&#8221;, quanto com os posts sobre arte, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Achei o rascunho de uma prova de <a href="http://www.transtorno.net/tag/filosofia/"><a href="http://www.transtorno.net/filosofia/">Filosofia</a></a> da <a href="http://www.transtorno.net/tag/linguagem/">Linguagem</a>, um dos meus assuntos preferidos, que pretendia (pretende) comentar uma passagem das Investigações Filosóficas, de <a href="http://www.transtorno.net/tag/wittgenstein/">Wittgenstein</a>.</p>
<p>O conteúdo tem muito a ver com as coisas que posto por aqui, tanto com os textos mais metafísicos, que aparentam ser &#8220;viagens&#8221;, quanto com os posts sobre <a href="http://www.transtorno.net/tag/arte/">arte</a>, <a href="http://www.transtorno.net/tag/ocultismo/">ocultismo</a> e derivados, mas também, dado o trecho escolhido, pode ser estendido para a arrogância humana em relação à capacidade de pensar dos animais ou mesmo à negação do divino, implícito em <a href="http://www.transtorno.net/tag/sinais/">sinais</a> que muitas vezes não reconhecemos.</p>
<p>Poderíamos discutir, a partir dai, a <a href="http://www.transtorno.net/tag/necessidade/">necessidade</a> de se acabar com a <a href="http://www.transtorno.net/tag/linguagem/">linguagem</a>, pregada por <a href="http://www.transtorno.net/tag/artaud/">Artaud</a>, ou entrarmos na discussão da <a href="http://www.transtorno.net/tag/qabalah/">Qabalah</a>, onde através da Gematria as palavras são associadas umas às outras, indicando que há, sim, uma conexão entre elas e que não é tão casual quanto parece, ou ainda entramos no uso do vocabulário bárbaro no <a href="http://www.transtorno.net/tag/ocultismo/">ocultismo</a> e seus efeitos, que existem, quer queiram, quer não.</p>
<p>Esse assunto é complexo, é claro, e essas são apenas sugestões de possíveis discussões. Podemos levantar outras tantas, mas o fato é que não me cabe aprofundar em posts aqui no blog. Ninguém lê o que escrevo, imagine se for entrar nesse nível&#8230; Enfim, são apenas algumas provocações que cabem aqui.</p>
<p>Segue o texto com algumas poucas adaptações:</p>
<blockquote><p>Às vezes se diz que os animais não falam porque lhes falta uma certa capacidade mental. E com isso se está querendo dizer o seguinte: &#8220;Eles não pensam, e é por isso que eles não falam&#8221;. Mas, eles simplesmente não falam. Ou, melhor dizendo: eles não usam a <a href="http://www.transtorno.net/tag/linguagem/">linguagem</a>, se excetuarmos as mais primitivas formas de <a href="http://www.transtorno.net/tag/linguagem/">linguagem</a>. Dar ordens, fazer perguntas, narrar e bater-papo são coisas que pertencem à nossa história natural tanto quanto andar, comer, beber e jogar.<br />
- <a href="http://www.transtorno.net/tag/wittgenstein/">Wittgenstein</a>, in Investigações Filosóficas</p></blockquote>
<p>Começo comentando a &#8220;falta de uma certa capacidade mental&#8221;. Essa &#8220;falta&#8221; me parece, na verdade, uma &#8220;diferente capacidade&#8221;, que nos leva, como indicado no final do parágrafo, a uma forma de comunicação primitiva. Dito isso, fica evidente o peso de afirmar que não pensam.</p>
<p><a href="http://www.transtorno.net/tag/wittgenstein/">Wittgenstein</a> chama a atenção para o que está implícito quando escreve que estão &#8220;querendo dizer&#8221;, indicando que isso se trata, simplesmente, de uma afirmação feita por quem não entende a <a href="http://www.transtorno.net/tag/linguagem/">linguagem</a> em questão, bem como não entenderia a <a href="http://www.transtorno.net/tag/linguagem/">linguagem</a> de outros seres quaisquer.</p>
<p>Se imaginarmos um brasileiro, por exemplo, afirmando tal coisa, podemos imaginar que essa pessoa não entenderia também um babilônio falando. Não entenderiam o que está sendo dito, é fato, mas também não iriam inferir que o babilônio não pensa, posto que fala. Inferem apenas por analogia que o que fala, embora diferente, é uma <a href="http://www.transtorno.net/tag/linguagem/">linguagem</a>.</p>
<p>Acostumados que estamos com a fala, nos habituamos muitas vezes a pensá-la como única forma de comunicação, não atentando para todas as sutilezas que envolvem a comunicação, tais como olhares, <a href="http://www.transtorno.net/tag/sinais/">sinais</a>, movimentos e até mesmo vibrações.</p>
<p>Quando pensamos, pensamos em palavras. Podemos imaginar objetos, mas <a href="http://www.transtorno.net/tag/pensamentos/"><a href="http://www.transtorno.net/pensamentos/">pensamentos</a></a> diversos, sobre decisões, fatos rotineiros, enfim, todo esse leque de possibilidades é pensado em palavras, de onde associamos o pensar à palavra.</p>
<p>Embora primitiva, há comunicação entre os cães, há uma organização básica. Podemos concluir, com base naquela afirmação, que pensam primitivamente, mas se há comunicação, temos também de admitir que pensam, ainda que basicamente ou, caso não concordemos com o pensar, teremos que admitir que a <a href="http://www.transtorno.net/tag/linguagem/">linguagem</a> não está ligada ao pensamento.</p>
<p><a href="http://www.transtorno.net/tag/wittgenstein/">Wittgenstein</a> indica em seu texto que concorda com o uso de uma forma primitiva, ou seja, que pensam. Nossa história natural, no entanto, como afirma o filósofo, contém em sua natureza o uso da <a href="http://www.transtorno.net/tag/linguagem/">linguagem</a>, da forma como conhecemos, mais complexa que a canina, sem dúvida.</p>
<p>Posso, porém, após ver um objeto qualquer cujo nome desconheça, trazê-lo à memória posteriormente, formando sua imagem. Se ouvir seu nome ao acaso, não me ocorrerá uma associação, como me ocorreria ao ouvir uma palavra comum, como maçã, por exemplo. Nesse caso eu teria quase que imediatamente formada a imagem da fruta.</p>
<p>Fica evidente, então, que ouvir uma palavra desconhecida e sem sentido não implica em ausência de pensamento. Isso nos coloca, em certo nível, num ponto onde somos similares aos cães: podemos ser treinados. Assim como é possível treinar um cão para reconhecer palavras e <a href="http://www.transtorno.net/tag/sinais/">sinais</a>, os humanos são treinados em situações e em associações. Se não reconhecemos uma palavra ou um objeto, é porque ainda não fomos treinados para reconhecê-los.</p>
<p>Aprendemos a reconhecer uma maçã assim como aprendemos a entender &#8220;sim&#8221; e &#8220;não&#8221;, reconhecer cores e utilizar números. Aprendemos os nomes das coisas e, no entanto, os nomes não são essas coisas. São, talvez, a forma de identificação que fomos treinados a usar.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Reciclagem</title>
		<link>http://www.transtorno.net/2008/11/reciclagem/</link>
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		<pubDate>Mon, 10 Nov 2008 20:20:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hilton S.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>
		<category><![CDATA[despertar]]></category>
		<category><![CDATA[mudanças]]></category>

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		<description><![CDATA[do Houaiss: Acepções - substantivo feminino 1 ato, processo ou efeito de reprocessar uma substância, quando sua transformação está incompleta ou quando é necessário aprimorar suas propriedades ou melhorar o rendimento da operação como um todo 2 Rubrica: ecologia, indústria. recuperação da parte reutilizável dos dejetos do sistema de produção ou de consumo, para reintroduzi-los [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>do Houaiss:</p>
<blockquote><p>Acepções<br />
- substantivo feminino<br />
1    <em>ato, processo ou efeito de reprocessar uma substância, quando sua transformação está incompleta ou quando é necessário aprimorar suas propriedades ou melhorar o rendimento da operação como um todo</em><br />
2    Rubrica: ecologia, indústria.<br />
recuperação da parte reutilizável dos dejetos do sistema de produção ou de consumo, para reintroduzi-los no ciclo de produção de que provêm<br />
Ex.: r. do papel, do vidro, da água</p>
<p>2.1    adaptação a uma nova utilização<br />
Ex.: r. de garrafas plásticas</p>
<p>3    Derivação: sentido figurado.<br />
reutilização com nova roupagem<br />
Ex.: reciclar velhas histórias, adaptando-as ao momento atual</p>
<p>4    Derivação: sentido figurado.<br />
revisão ou modificação de <a href="http://www.transtorno.net/tag/politica/"><a href="http://www.transtorno.net/politica/">política</a></a>, método de trabalho etc.<br />
Ex.: r. do ensino</p>
<p>5    Derivação: por extensão de sentido. Regionalismo: Brasil.<br />
formação complementar dada a um profissional, para permitir-lhe adaptar-se aos progressos industriais, científicos, pedagógicos etc.<br />
6    Rubrica: ecologia.<br />
reutilização cíclica de um composto ou elemento químico pelos integrantes do ecossistema através da teia alimentar<br />
7    Rubrica: eletricidade.<br />
alteração de ciclagem</p>
<p>Etimologia<br />
reciclar + -agem; ver cicl(o)-</p></blockquote>]]></content:encoded>
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