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	<title>Transtorno&#187; Rabiscos &raquo; Vertigem, Ruptura e Pensamentos Transgressivos</title>
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	<description>Vertigem, Ruptura e Pensamentos Transgressivos</description>
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		<title>Confissões, pt. II</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Jun 2009 05:47:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hilton S.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<description><![CDATA[Continuando a série: odeio fazer qualquer coisa por obrigação. Qualquer coisa. E esse é o motivo de eu não saber se vou continuar escrevendo essas confissões. Depois que fiz a primeira, numerada, e disse que faria mais, fiquei pensando naqueles números: parte I, II, III, IV&#8230;. Poderiam até ser dias, um após o outro, horas, [...]


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<li><a href='http://www.transtorno.net/2009/07/confissoes-iv/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Confissões, pt. IV'>Confissões, pt. IV</a></li>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Continuando a série: odeio fazer qualquer coisa por obrigação. Qualquer coisa. E esse é o motivo de eu não saber se vou continuar escrevendo essas <a href="http://www.transtorno.net/tag/confissoes/">confissões</a>. Depois que fiz a primeira, numerada, e disse que faria mais, fiquei pensando naqueles números: parte I, II, III, IV&#8230;. Poderiam até ser dias, um após o outro, horas, minutos. É rotina, rotina é obrigação e obrigação cansa.</p>
<p>Quando era mais novo eu me achava indisciplinado, pensava que não conseguiria fazer nada que exigisse muito esforço, mas isso, no fundo, não era verdade e hoje entendo melhor. Comecei a ter aulas de violino, adorava. Algumas aulas depois e eu já me sentia obrigado a ir. Dá pra imaginar o restante. O mesmo vale pras aulas de guitarra etc.</p>
<p>Percebo que não era indisciplina quando presto atenção na forma como trabalho e sempre trabalhei ou como me entrego às coisas que faço realmente por gosto: não penso duas vezes, não questiono se estou ou não com <a href="http://www.transtorno.net/tag/vontade/">vontade</a>, vou e faço.</p>
<p>O problema é quando algumas coisas que são feitas por gosto se tornam obrigação. Quando comecei a fazer músicas em meu quarto, ligava o computador, compunha, montava, editava, mixava, blá blá blá&#8230; Um dia soltei uma demo, divulguei relativamente bem, deu bom retorno, alguns bons reviews, outros nem tanto. </p>
<p>Continuei trabalhando em músicas novas, mas acontecia de alguém perguntar &#8220;e ai, quando teremos músicas novas?&#8221; e a coisa começou a degringolar&#8230; Me sentia obrigado a compor, bem como a dar satisfação. Deixei 12 músicas prontas, prontas pra gravar vocais, esquecidas por quase dois anos no computador. Um dia decidi que estava cansado delas e liberei como estavam, sem voz. Foi um tipo de exorcismo, eu sei. Não acho que letras e vocais sejam importantes em <a href="http://www.transtorno.net/tag/musica/"><a href="http://www.transtorno.net/musica/">música</a></a>, mas não é esse o ponto. O ponto é que não faço mais pq ainda me sinto obrigado. Uma hora, quando não me sentir mais, quem sabe&#8230;</p>
<p>O mesmo tá valendo pro site, pros escritos, pros rabiscos: estão se tornando obrigação. O chato é que sempre há um tanto de desapontamento por conta disso. Não gostar de fazer por obrigação é compreensível, ninguém gosta, imagino, mas não evita aquela pontada afiada que diz &#8220;falhei&#8221;.</p>

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<li><a href='http://www.transtorno.net/2009/07/confissoes-iv/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Confissões, pt. IV'>Confissões, pt. IV</a></li>
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		<title>Amanhecer no Inferno</title>
		<link>http://www.transtorno.net/2008/12/amanhecer-no-inferno/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Dec 2008 01:59:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hilton S.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Rabiscos]]></category>
		<category><![CDATA[abismo]]></category>
		<category><![CDATA[Contos]]></category>
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		<description><![CDATA[Sem lágrimas, o senhor dos campos prepara seu desjejum entre dilúvios infindáveis. O dia surgia aguado, observando ainda sutil por entre os seios da terra, no momento em que os cristais d’água se transformavam. Ora, os discrepantes reinos, eletrificados no fastio dos pólos, reagente às mortais aberrações que gritam na natureza madre, não são também [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sem lágrimas, o senhor dos campos prepara seu desjejum entre dilúvios infindáveis. O dia surgia aguado, observando ainda sutil por entre os seios da terra, no momento em que os cristais d’água se transformavam. Ora, os discrepantes reinos, eletrificados no fastio dos pólos, reagente às mortais aberrações que gritam na natureza madre, não são também a casa que emana as sendas dos aprendizes alquímicos?</p>
<p>Mas nem perdão nem tragédias ofuscariam o retorno do alvorecer doentio, cabendo às tormentas, em todo seu esplendor, invadir mares e terras, ocidentais e orientais, lançando corpos pela estrada em que um vidente-viajante <a href="http://www.transtorno.net/tag/busca/">busca</a> a feição que mais lhe agrade, tendo à escolha todos os corpos perdidos entre pedras e lama.</p>
<p>Borboletas, temendo rotinas efervescentes, adornam a moldura do horizonte oblíquo, descontínuo, enquanto pendem às rotas ígneas os demônios pequenos, olhos faiscantes e emitindo ondas. Semelhante às dores de um parto, somadas às dores de estômago infernalmente pontiagudas e afiadas &#8211; para saná-las, os habitantes são banhados em vinagre e álcool -, o bater de asas move o globo em torno de seu eixo.</p>
<p>A força dos dedos anular e indicador, enterrados na carne de uma donzela, à altura do peito, em <a href="http://www.transtorno.net/tag/busca/">busca</a> do coração que servirá de alimento – apenas após temperado, que fique claro -, compara-se ao sopro de minha voz em uma manhã gloriosa, diferenciando-se também da qualidade dos orgasmos provocados quando se toca a baioneta afiada, provocante e diversa.</p>
<p>Em torno do anel-espiral que as lâminas abrem no ponto exato da carne levemente pálida, a boca aberta em espasmos contrai seus músculos do ventre à garganta, lançando jatos de sangue, vomitados através do ar com sua ajuda. Os olhos se contraem nas mais desesperadas linhas, obrigando a face a acompanhá-los em seus movimentos ondular-requebrantes, como que aliados ao sismógrafo, perdido quando a terra <a href="http://www.transtorno.net/tag/danca/">dança</a> sob meus pés.</p>
<p>O restante do corpo é preenchido com a seiva da eternidade, popularmente conhecida como formol, dando à luz um filho que levará o nome de Embalsamado. Nele frutificarão os germes da idolatria mítica, acolhidos com fervor pela massa desfigurada, amotinante, descomplexa, incubada e inoculada, grunhindo deboches estéreis que caem pelas ventas e ouvidos, podres como uma pasta malcheirosa.</p>
<p>Entre as milhares de sentenças que podem ser encontradas em <a href="http://www.transtorno.net/tag/livros/"><a href="http://www.transtorno.net/livros/">livros</a></a>, desde os de caligrafia até os filosóficos, ruínas emergentes se escondem: os mistérios da mente são maiores que os do corpo, já invadido por bisturis, sondas e radiografias, liderados por membros de sociedades obstinadas.</p>
<p>Meu paladar se delicia com os órgãos aflitos: imagino despojos femininos me afagando e lançando sua saliva contra meu rosto coberto de feridas, tomando meu brilho em seu olhar ao me perfurar com os talheres que outrora usei. Da lâmina à cama, mais uma vez a morte faz leito sobre corpos que repousam, abafados pelo calor da respiração ofegante e do coração sincopado.</p>
<p>Observo os lugares tomados em volta da gigantesca mesa, bordada e decorada com dentes serviçais, castiçais ergonômicos e fadigas uterinas. Meu olhar torna-se rubro como o vulcão que tudo à volta destrói, por certo criado em banhos de cera fervente, ao perceber que o deleite que me toma nada espanta aos convivas e habituais. A esfera epil<a href="http://www.transtorno.net/tag/etica/">ética</a> dos corpos unidos desmaia mesmo a apoplexia que sorri no gozo.</p>
<p>Celebramos, portanto, nessa manhã, a orgia infindável da Trindade da Carne. Desfeitos e complexos, infinitos, a luxúria do vinho e do sangue, do paladar da pele, o mergulho da entrega, o dar-se ao eterno.</p>
<p>Brindamos nessa manhã o ciclo que abraça, a <a href="http://www.transtorno.net/tag/vertigem/">vertigem</a> que aquece.</p>
<p>Saturno implora pela repetição refletida em seus anéis, dando ao mar o nascer da estrela da manhã: Vênus e Marte traçam linhas desde tempos ancestrais.</p>
<p>Somos Dois à mesa posta.</p>
<p>São os Três eternos a nos mimar.</p>
<p>A luz de Kether acima.</p>

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<li><a href='http://www.transtorno.net/2008/12/agape/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Ágape'>Ágape</a></li>
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		<title>Paisagem a quatro mãos</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Nov 2008 01:54:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hilton S.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Rabiscos]]></category>
		<category><![CDATA[inspiração]]></category>
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		<description><![CDATA[No poente dia tomo as rédeas das núvens que distraem um cálice de vinho barato, um turbilhão de sentimentos caros, olhos entreabertos querendo ver na escuridão cores amanhecidas sobre uma folha de papel&#8230; Pássaros deslizam em asas e rastejamos inebriados pelo âmbar. Natureza de cobras, desejava mais que isso, lamentando o perfume que sufocava sua [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No poente dia tomo as rédeas das núvens que distraem<br />
um cálice de vinho barato,<br />
um turbilhão de sentimentos caros,<br />
olhos entreabertos querendo ver na escuridão<br />
cores amanhecidas sobre uma folha de papel&#8230;<br />
Pássaros deslizam em asas<br />
e rastejamos inebriados pelo âmbar.<br />
Natureza de cobras, desejava mais que isso,<br />
lamentando o perfume que sufocava sua peçonha,<br />
enquanto riam do alto, nas núvens,  os abutres<br />
eufóricos com a oferta de alimento nas cidades.<br />
Sádicos que eram, assistiam a morte do alto, em um deserto.<br />
Foi então que um senhor que passava tomou a palavra, sorriu e disse delirando:<br />
Não sujem o pasto verde com o sangue das ovelhas<br />
pois de peçonha e coágulos jardins foram feitos desertos!</p>
<p>- Algum dia e mês de 2006, coletando frases soltas no msn e agregando em fluxo de consciência.</p>

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		<title>Palavras, sentidos, momentos&#8230;</title>
		<link>http://www.transtorno.net/2008/03/palavras-sentidos-momentos/</link>
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		<pubDate>Sat, 22 Mar 2008 01:16:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hilton S.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Rabiscos]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[Poesias]]></category>

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		<description><![CDATA[Palavras, quietas, misteriosas, explosivas, vazias de sentido se tomadas individualmente, solitárias. Lá estão todas, apenas palavras, carecendo sentido, lógica&#8230; carecem de corações que as organizem. Em silêncio pensamentos se cruzam, falam um ao outro de seus momentos, confissões talvez, dividem segundos, dividem letras, escrevem&#8230; Tenho cá comigo várias delas, vivas em minha memória, organizadas, cheias [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Palavras, quietas, misteriosas, explosivas, vazias de sentido se<br />
tomadas individualmente, solitárias. Lá estão todas, apenas palavras,<br />
carecendo sentido, lógica&#8230; carecem de corações que as organizem.</p>
<p>Em silêncio <a href="http://www.transtorno.net/tag/pensamentos/"><a href="http://www.transtorno.net/pensamentos/">pensamentos</a></a> se cruzam, falam um ao outro de seus <a href="http://www.transtorno.net/tag/momentos/">momentos</a>,<br />
<a href="http://www.transtorno.net/tag/confissoes/">confissões</a> talvez, dividem segundos, dividem letras, escrevem&#8230;</p>
<p>Tenho cá comigo várias delas, vivas em minha memória, organizadas, cheias de<br />
um toque aveludado, inflamado, quase palpável. Compreensão? Em um<br />
segundo se conectam, de repente se organizam, frases se formam. De<br />
repente.</p>

<p>Links relacionados:<ol><li><a href='http://www.transtorno.net/2009/01/arcanos-acasos/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Os Arcanos e os Acasos'>Os Arcanos e os Acasos</a></li>
</ol></p>]]></content:encoded>
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