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	<title>Transtorno&#187; tragédia &raquo; Vertigem, Ruptura e Pensamentos Transgressivos</title>
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	<description>Vertigem, Ruptura e Pensamentos Transgressivos</description>
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		<title>Liberdade, transgressão e moral</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jan 2009 01:08:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hilton S.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
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<li><a href='http://www.transtorno.net/2003/10/parte-ii-fundamento-moral-schopenhauer-kant/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Parte II: Qual o fundamento da moral em Schopenhauer e em que sua ética difere da de Kant?'>Parte II: Qual o fundamento da moral em Schopenhauer e em que sua ética difere da de Kant?</a></li>
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			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>“A <a href="http://www.transtorno.net/tag/liberdade/">liberdade</a> não é o poder que falta a <a href="http://www.transtorno.net/tag/deus/">Deus</a>, ou que ele tem apenas verbalmente, já que não pode desobedecer a ordem que existe, de que ele é a garantia?”<br />
- <a href="http://www.transtorno.net/tag/bataille/">Bataille</a> in “A literatura e o <a href="http://www.transtorno.net/tag/mal/">Mal</a>”</p></blockquote>
<p>Em um primeiro momento pensei “é isso” e entendi claramente o sentido de algumas coisas. Um momento de epifania, por assim dizer. Acontece, no entanto, que as idéias continuaram transbordando desde então e novas teorias e questionamentos, opostos aos iniciais, continuaram surgindo, uma torrente de compreensão/entendimento. Me deparei e ainda me deparo com diversas questões que precisaria responder e com outras que surgiram já trazendo suas respostas.</p>
<p>As linhas que seguirão abaixo são apenas um rascunho de algo que precisará ser desenvolvido, esmiuçado e detalhado, pois tratam-se de uma breve nota sobre como me sinto agora, neste momento, enquanto questionador e questionado.</p>
<p>Sem querer entrar em uma discussão das diferenças de <a href="http://www.transtorno.net/tag/deus/">Deus</a> nas filosofias de <a href="http://www.transtorno.net/tag/leibniz/">Leibniz</a>, <a href="http://www.transtorno.net/tag/espinosa/">Espinosa</a>, Descartes ou qualquer outro filósofo, mas passando – seria impossível evitar –, ainda assim, por algumas generalidades de um e de outro, prossigo&#8230;</p>
<p><a href="http://www.transtorno.net/tag/leibniz/">Leibniz</a> afirma que a <a href="http://www.transtorno.net/tag/liberdade/">liberdade</a> divina é garantida pelos livres decretos e que, em um desses decretos, <a href="http://www.transtorno.net/tag/deus/">Deus</a> se determina a criar o melhor dos mundos. Outro diria, entretanto, que <a href="http://www.transtorno.net/tag/deus/">Deus</a> criou esse mundo por pura bondade. Outros dariam ainda diferentes motivos, não importa. O que importa para essa discussão é como o mundo se dá para nós. As ações divinas podem ser livres, como amar a si, é claro. O fato de ter escolhido este mundo e não outro demonstra escolha, mas se essa escolha é determinada pela <a href="http://www.transtorno.net/tag/necessidade/">necessidade</a> (ainda que autodeterminada) do melhor, ou pela bondade, ou por outro motivo, seria de fato livre?</p>
<p>O problema, entretanto, é que a escolha do melhor não exclui a possibilidade da escolha do pior, ou seja, decidiu-se por esse mundo, mas poderia ter sido outro. A possibilidade de um outro mundo torna evidente uma escolha livre. Colocando isso em termos humanos: o homem padrão, comum, que sai de casa todas as manhãs em <a href="http://www.transtorno.net/tag/busca/">busca</a> do sustento de sua prole tem também a possibilidade da escolha oposta, é claro. Poderia não ir. Poderia, mas ainda assim se determina e vai. <a href="http://www.transtorno.net/tag/amor/">Amor</a> à prole? <a href="http://www.transtorno.net/tag/culpa/">Culpa</a>? Medo de punição? Imperativo categórico? O que o move? Estamos claramente entrando nos domínios da <a href="http://www.transtorno.net/tag/moral/">moral</a>. Voltamos a Deus: a <a href="http://www.transtorno.net/tag/liberdade/">liberdade</a> humana nos foi dada por decisão de sua bondade. Não é essa uma escolha <a href="http://www.transtorno.net/tag/moral/">moral</a>?</p>
<p>Se <a href="http://www.transtorno.net/tag/deus/">deus</a> criou o mundo dessa forma e não de outra, teve a possibilidade dos demais, mas sua autodeterminação o impediu. A <a href="http://www.transtorno.net/tag/contingencia/">contingência</a> existente foi excluída por uma <a href="http://www.transtorno.net/tag/necessidade/">necessidade</a> auto imposta. Voltamos, então, à frase de <a href="http://www.transtorno.net/tag/bataille/">Bataille</a> que abre esse texto: “A <a href="http://www.transtorno.net/tag/liberdade/">liberdade</a> não é o poder que falta a <a href="http://www.transtorno.net/tag/deus/">Deus</a>, ou que ele tem apenas verbalmente, já que não pode desobedecer a ordem que existe, de que ele é a garantia?”. <a href="http://www.transtorno.net/tag/deus/">Deus</a> “não pode desobedecer a ordem que existe”. É claro, desobedecê-la seria criar uma nova, implicando em sua imperfeição, em uma retificação da ordem anteriormente imposta, determinada como a melhor. Temos ai, além da discussão sobre a perfeição, também o bem comum, a <a href="http://www.transtorno.net/tag/moral/">moral</a> tão evidente nos questionamentos humanos.</p>
<p>Em <a href="http://www.transtorno.net/tag/espinosa/">Espinosa</a> não me parece lógico discutir isso, pois trata-se mais de uma <a href="http://www.transtorno.net/tag/tragedia/">tragédia</a> e, portanto, uma <a href="http://www.transtorno.net/tag/contingencia/">contingência</a> levando a outra. Arrisco dizer que há uma maior evidência de <a href="http://www.transtorno.net/tag/liberdade/">liberdade</a> nesse caso. As <a href="http://www.transtorno.net/tag/escolhas/">escolhas</a> dão a <a href="http://www.transtorno.net/tag/liberdade/">liberdade</a>, que se contamina quando a possibilidade do oposto não é data. A <a href="http://www.transtorno.net/tag/liberdade/">liberdade</a> é, portanto, diretamente ligada à <a href="http://www.transtorno.net/tag/contingencia/">contingência</a>.</p>
<p>A &#8220;<a href="http://www.transtorno.net/tag/necessidade/">necessidade</a>&#8221; de algo limita a ação da <a href="http://www.transtorno.net/tag/liberdade/">liberdade</a>. O meio pode ou não fornecê-la, não cabe obviamente discutir <a href="http://www.transtorno.net/tag/sartre/">Sartre</a>, mas a <a href="http://www.transtorno.net/tag/necessidade/">necessidade</a> de algo, quando existe, a limita. A própria <a href="http://www.transtorno.net/tag/necessidade/">necessidade</a> de alimentar-se, por exemplo. Não é possível tomar a <a href="http://www.transtorno.net/tag/liberdade/">liberdade</a> de não se alimentar sem conseqüências. A punição implica em <a href="http://www.transtorno.net/tag/necessidade/">necessidade</a>, em bem maior, ainda que neste exemplo diga respeito apenas ao indivíduo em questão.</p>
<p>Bem maior, disse. Pois bem, diariamente pessoas acordam e, para manterem seu “melhor dos mundos”, sua alimentação, seu conforto, condições básicas ou mesmo prover para a família, limitam suas <a href="http://www.transtorno.net/tag/escolhas/">escolhas</a> de forma que essas deixam mesmo de existir, pois o próprio questionamento é aniquilado, cedendo ao comodismo e à aceitação cega de algo tão comum e tão pouco evidente.</p>
<p><a href="http://www.transtorno.net/tag/liberdade/">Liberdade</a> absoluta implica em <a href="http://www.transtorno.net/tag/tragedia/">tragédia</a> e talvez essa seja mesmo a razão da mítica dos grandes heróis: a <a href="http://www.transtorno.net/tag/transgressao/">transgressão</a> é o que serve de magnetismo, o que atrai e os diferencia dos demais. A <a href="http://www.transtorno.net/tag/transgressao/">transgressão</a> só existe quando abandonam o comum, a <a href="http://www.transtorno.net/tag/transgressao/">transgressão</a> existe quando abandonam o bem maior, quando seguem seu instinto, seu <a href="http://www.transtorno.net/tag/egoismo/">egoísmo</a> e seu destino. A <a href="http://www.transtorno.net/tag/moral/">moral</a> é o freio da <a href="http://www.transtorno.net/tag/liberdade/">liberdade</a> absoluta, que se dá por completo no “<a href="http://www.transtorno.net/tag/mal/">Mal</a> desinteressado”, como diria novamente <a href="http://www.transtorno.net/tag/bataille/">Bataille</a>, mas não só ai. Cabe pensar em Saturno que castra Urano. Cabe pensar também a beleza de Vênus, filha desse ato, nascendo nas espumas do mar.</p>
<p>Seguir determinações morais e o bem necessário é tão limitante quando ter de acordar diariamente, trabalhar, se alimentar, procriar e repetir o ciclo. Nesse sentido, o homem comum é de fato a imagem e semelhança de <a href="http://www.transtorno.net/tag/deus/">Deus</a>.</p>
<p>Voltamos à questão do provedor que sai de casa para buscar o alimento de sua prole, cuja bondade é livremente determinada. Poderia não ser bondade, mas medo? Não sabemos de casos de pais presos por abandonar bebês? Seja por bondade, medo, ou qualquer outro motivo, o homem permite ser colocado sob freios. Não cabe, no entanto, perguntar se em algum momento uma explosão se dará, <a href="http://www.transtorno.net/tag/ruptura/">ruptura</a>, castração simbólica, ou se a aceitação da <a href="http://www.transtorno.net/tag/tragedia/">tragédia</a> estará apenas mais aprofundada a cada novo dia. Essa pergunta não faz sentido quando dirigida ao <a href="http://www.transtorno.net/tag/geral/">geral</a>, ao grupo. Cabe apenas a alguns humanos, mitos em potência.</p>
<p>A <a href="http://www.transtorno.net/tag/liberdade/">liberdade</a> humana, desvinculada da <a href="http://www.transtorno.net/tag/moral/">moral</a>, no sentido em que não tem a preocupação de manter uma ordem universal estabelecida, nem o limitante da perfeição, baseada apenas na ignorância total ou parcial das conseqüências de seus atos, é maior que a divina. A ignorância e/ou o <a href="http://www.transtorno.net/tag/egoismo/">egoísmo</a> humano propicia a <a href="http://www.transtorno.net/tag/contingencia/">contingência</a>, enquanto que a bondade e a perfeição de <a href="http://www.transtorno.net/tag/deus/">Deus</a> criam a <a href="http://www.transtorno.net/tag/necessidade/">necessidade</a>. Que fique claro: não falo aqui de estado de natureza. Falo de outra coisa, sutilmente ainda que profundamente distinta, livre de <a href="http://www.transtorno.net/tag/moral/">moral</a>, muito próxima da infância.</p>
<p>28/01/2009</p>

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		<title>Infância</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Dec 2008 19:35:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hilton S.</dc:creator>
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		<description><![CDATA[encontro os desenhos do devasso vergalho ainda cálidos sobre minha pele sulfurosa, cadentes células, traços vermelhos de contato, romper de lâminas, respostas contra meu querer sete caudas deslizam quando se enroscam, sua prole sangrando em minha pele icônica arrependido, com efeito, espero o porvir do galho, fustigando meu corpo como pássaro, couro rasgado, amarelo ouro, [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>encontro os desenhos do devasso vergalho<br />
ainda cálidos sobre minha pele sulfurosa,<br />
cadentes células, traços vermelhos de contato,<br />
romper de lâminas, respostas contra meu querer</p>
<p>sete caudas deslizam quando se enroscam,<br />
sua prole sangrando em minha pele icônica</p>
<p>arrependido, com efeito, espero o porvir do galho,<br />
fustigando meu corpo como pássaro, couro rasgado,<br />
amarelo ouro, corado pelo rubro de meu sangue oleoso,<br />
deveras louro, respingado pelo grânulo de ferro</p>
<p>ópio e demais sabores, demiurges atemporais e afetuosas<br />
queria dessas lambidas lascivas o fulgor de um lince</p>
<p>mas de relance um estampido sorrindo seco<br />
ao segurar meu braço quando defendo o peito<br />
oferecendo as costas ao rufar de trançado atento<br />
ora embebido em álcool, ora verde claro, leitoso, materno</p>
<p>amores vencidos de segunda classe<br />
fisgados pelo lampejo amorfo de minha vingança</p>
<p>exímio mártir na senda biológica de meu templo desfeito<br />
me traz em vôo seres fadados, tomados de pontas e agulhas,<br />
alimentando chamas com as memórias amputadas<br />
que minha infância belicosa me traz</p>
<p>17/11/2008</p>

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		<title>Egoísmo e tragédia</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Jan 2005 01:54:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hilton S.</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pensamentos]]></category>
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		<description><![CDATA[Preciso escrever algo. Não sei o que, mas preciso. Estou sufocando literalmente. Sinto um nó atravessado em minha garganta e mal posso respirar. Gostaria de ter um cigarro agora, o acenderia com prazer, se é que se pode chamar assim. Parei de fumar novamente há alguns dias e então é melhor evitar ter por perto. [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Preciso escrever algo. Não sei o que, mas preciso. Estou sufocando literalmente. Sinto um nó atravessado em minha garganta e <a href="http://www.transtorno.net/tag/mal/">mal</a> posso respirar. Gostaria de ter um cigarro agora, o acenderia com prazer, se é que se pode chamar assim. Parei de fumar novamente há alguns dias e então é melhor evitar ter por perto.</p>
<p>Sabado, quase 2 da manhã. Em casa. Ótimo lugar. Se é que existe um ótimo lugar, claro. Sabe, tenho a sensação de que estou cometendo um grande erro ou de que já cometi, mas não sei exatamente qual é ou foi. Sempre há como arrumar. Mesmo? Não sei. Sei, sim, que os <a href="http://www.transtorno.net/tag/erros/">erros</a>/acertos mudam os caminhos que trilharemos. Só não sei exatamente se gostarei do que vou encontrar pela frente. Quero dizer, não sei que tipo de caminho resta depois de errar bastante.</p>
<p>Ser muito ético, moralista, etc, tem seus problemas. Vários problemas, aliás. Começa que faço as coisas pensando nos outros. Deveria começar uma escolha qualquer pensando no que EU quero, mas penso nos outros, se não vou magoar alguém, se não vou machucar. Resultado? Nó na garganta. Ninguém imagina como está doendo. E dai? <a href="http://www.transtorno.net/tag/culpa/">Culpa</a> minha. Se eu fosse mais egoista não estaria. Estaria na de alguém que não eu e eu não teria nada a ver com isso. Mesmo?</p>
<p>Meu silêncio fala por mim. Sabe como é estar em um lugar e não se achar por ali, mesmo sendo bem acostumado(a) a ele? É isso. No momento este é um ótimo lugar. Não vejo ninguém sorrindo perto de mim. Nem chorando. Mmmm&#8230; exceto eu. Chorando e rindo de minha idiotice. Perda de tempo&#8230; quem se importa?</p>
<p>Daqui a pouco amanhecerá novamente. Estou bem cansado das manhãs.</p>

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</ol></p>]]></content:encoded>
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